terça-feira, 27 de março de 2018

Lareira Baixa (Porto)

Almoço tardio num dia de semana, com a necessidade de encontrar algo que fosse simples e relativamente rápido para podermos comer qualquer coisa. Surgiu a hipótese Lareira, restaurante que já tinha na lista há algum tempo conhecido pelas seus petiscos simples e sandes. Aberto desde 1984, o aspecto deste pequeno restaurante não revela a sua idade, mostrando-se bastante bem conservado e de aspecto algo jovial.
A ideia era atacar a sandes de pernil com queijo da Serra, tentando arranjar um termo de comparação com a da Casa Guedes (da qual falei aqui). Mas, sabendo que uma sandes não seria suficiente, decidi abrir as hostilidades com um prato de Rissóis (2 de carne e 1 de leitão, se não me engano). Boa fritura mas o recheio foi uma desilusão em qualquer um dos exemplares, mostrando seco e desinteressante. O melhor do prato eram as batatas fritas caseiras...


A Sandes de Pernil com Queijo da Serra a conseguir elevar um pouco a imagem com que saí do Lareira. Bom pão, a absorver o molho do pernil, a carne macia mas o queijo a apresentar-se completamente sólido, perdendo um pouco por causa disso. Os sabores não são tão intensos e marcantes como os da Casa Guedes mas não deixa de ser uma boa sandes e a um óptimo preço.


O Lareira tem a vantagem de praticar preços impressionantemente baixos, fazendo com que uma refeição facilmente fique abaixo dos 10€. A comida não é fantástica mas pelo preço que pagamos parece-me uma óptima solução para quem não quer gastar muito dinheiro.

Lareira Baixa
Rua das Oliveiras, 8
Porto, Portugal
Lareira Menu, Reviews, Photos, Location and Info - Zomato
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Preço Médio: < 10 €
Data da Visita: 19 de Outubro 2017

segunda-feira, 26 de março de 2018

Francesinha Café (Porto)

A eterna discussão de qual a melhor francesinha do país intensifica-se quando estamos no Porto. A cada esquina existe um café que apregoa ter a melhor, mas esta avaliação não deixa de ser subjectiva pois cada pessoa dá importâncias diferentes a cada componente. Para mim, o molho é o mais importante e não há boa francesinha sem um bom molho!
Tinha experimentado, no final de 2016, uma francesinha brutal no Pajú (falei sobre isso aqui) e voltei lá em 2017 para a mostrar a alguns colegas que nunca a tinham experimentado. Infelizmente o molho mudou, tornando-se mais amanteigado e perdendo interesse. O excelente serviço mantém-se e os ovos verdes continuam maravilhosos mas a francesinha perdeu algum encanto.
Precisava de uma francesinha que viesse suplantar a "desilusão" que tinha sentido na segunda visita ao Pajú (não me entendam mal, a francesinha continua a ser boa mas já não é a melhor!) e andava a ouvir falar bastante bem deste Francesinha Café. O nome não me dizia nada, existem muitas outras casas muito mais conhecidas, mas as imagens que me mostraram foram apelativas o suficiente para apressar uma visita.
Caso tenham lido o post sobre o melhor que comi em 2017 (aqui) sabem o resultado final desta refeição. Sim, é verdade. Encontrei a minha nova francesinha favorita! Começando pelo menos relevante, as batatas fritas (pedidas à parte) são boas mas podiam ser ainda melhores. A francesa vem bem encasacada com o pormenor de ter agasalho também por cima do ovo bem estrelado que lhe serve de chapéu. O recheio é fantástico. Excelentes carnes fumadas e um bife que consegue chegar à mesa sem que se assemelhe a uma sola de sapato excessivamente cozinhada. O molho é também fantástico e mostra-se bastante equilibrado, sem que se sinta qualquer excesso de tomate, marisco ou cerveja.


O Francesinha Café entrou directamente para o meu top de francesinhas. A qualidade do molho e do recheio da francesinha convenceu todos os que à mesa se sentaram e não foi por acaso que acabou no meu top de 2017.

Francesinha Café
Porto, Portugal
Francesinha Café Menu, Reviews, Photos, Location and Info - Zomato
Preço Médio: < 20 €
Data da visita: 18 de Outubro 2017

domingo, 25 de março de 2018

Casa Paraíso 2 (Porto)

Gosto de conhecer tascas! Acho fantástico esta cultura tascosa (dito sem qualquer sentido pejorativo) que temos, onde conseguimos comer maravilhosamente sem pagar muito, graças ao nosso engenho de trabalhar ingredientes menos nobres e, por isso, mais baratos.
Quando estive no Porto tentei conhecer algumas das tascas locais mas, como é lógico não houve disponibilidade temporal para as conhecer todas. Felizmente tive tempo para ir à Casa Paraíso 2 (não sei se há uma Casa Paraíso 1, não perguntei!), restaurante de decoração pitoresca, serviço amistoso e ambiente tasqueiro. 
Ouvi falar desta churrasqueira pelo seu Rosbife à Inglesa, dito como sendo o melhor rosbife na cidade do Porto. Não sei se há muitos locais a servir rosbife mas pareceu-me motivo o suficiente para o incluir na minha lista de restaurantes a visitar. A expectativa era grande e, mesmo com algumas falhas, o prato cumpriu os requisitos mínimos expectáveis. Carne maioritariamente mal passada, mas na zona mais fina do bife (associo o rosbife a uma peça mais alta do que aquela que me foi servida) mostrou-se já para o lado do médio-bem, bem temperada e decentemente acompanhada por umas batatas fritas às rodelas um pouco gordurosas demais e uma couve salteada bastante simpática. Havia também arroz mas nem lhe toquei, pelo ar gasto e reaquecido que tinha. Destaque também para o tamanho generoso da meia dose servida. 


Apesar do tamanho da dose, estava a apetecer-me terminar com algo doce, acabando por pedir uma recomendação a quem me atendia. Foi-me vendido este Crocante de Chocolate como algo fantástico e acabei por aceitar, ainda que me apercebesse de antemão o quão doce isto ia ser. E é, não me enganei, mas a verdade é que esta bomba calórica de bolo de chocolate, suspiro e mousse de chocolate revelou-se uma boa surpresa. Melhor se tivesse tido alguém com quem a dividir, pois é demasiado doce para mim, mas não deixou de ser uma boa sugestão.


A Casa Paraíso 2 é uma tasca que oferece boa e honesta comida a preços justos. Uma honestidade na cozinha que já não é fácil encontrar mas que vale a pena procurar.

Casa Paraíso 2
Porto, Portugal
Casa Paraíso 2 Menu, Reviews, Photos, Location and Info - Zomato
Preço Médio: < 20 €
Data da Visita: 16 de Outubro 2017

quarta-feira, 21 de março de 2018

Café Garrett (Lisboa)

Já conhecia o trabalho do Leopoldo Garcia Calhau dos tempos do Sociedade (aqui), mas ainda não tinha tido oportunidade de o visitar no Café Garrett. Queria perceber o que a transição para Lisboa tinha trazido de novo, bem como a evolução que a cozinha do mesmo tinha tido.
Começando pelas conclusões, pareceu-me que a cozinha do Leopoldo está ainda melhor e mais focada nas suas raízes alentejanas. A filosofia dos pratos construídos à volta de 2 ou 3 ingredientes mantém-se mas achei as doses ligeiramente mais pequenas que na Sociedade, ainda que os preços dos petiscos se mantenham. O problema da ementa aqui é o mesmo que no antigo espaço, escolher! Tudo parece fantástico, seja nas abordagens de pratos mais comuns ou em combinações improváveis. O melhor mesmo é deixar-nos ficar nas mãos do chef e comer o que for chegando à mesa. Excepto se houver o Tomate, Tomate e Tomate. Se houver, peçam! É obrigatório!
Começámos a refeição com o Alheira, Maçã e Bróculos, um prato bastante simples mas com 3 componentes de sabores tão díspares que achei estranho funcionarem tão bem. Mas o Leopoldo é um mestre nestas conjunções simples e equilibradas. Alheira excelente e de forte sabor, a ser balanceada com a doçura e acidez da maçã e ainda o amargor dos bróculos.


Excelente também o Pato, Vinagre Balsâmico e Couve-Flor, principalmente pela perfeição com que o pato se apresentou. O sabor do vinagre balsâmico ajuda a criar uma festa de sabores na nossa boca que não cansa e vicia. 


Simplicidade e sabor são duas das imagens de marca da cozinha de Leopoldo, algo que ficou claro também no Polvo, Beringela e Pimentos. Polvo com uma textura perfeita a ligar perfeitamente com a beringela (em puré) e os pimentos, dois ingredientes mais térreos. 


O Entrecosto manteve as coisas num nível muito bom, particularmente na molhanga que vinha no fundo da taça. Bastante sabor também na carne, com a carne a soltar-se do osso sem oferecer grande resistência. Penso só que poderia haver um elemento que servisse mais como acompanhamento mas percebo o intuito de comer o entrecosto só assim mesmo à guloso.


Por falar em gula, as Bochechas de Vaca, Aipo e Alho Francês são qualquer coisa de outro mundo. Macias, cheias de sabor e a ligarem muito bem com um puré perfeito. 


Um dos pratos mais icónicos do Café Garrett, e sobre o qual já tinha ouvido falar bastante, era a Cabeça de Borrego, Hortelã e Pão. Este prato é servido em duas componentes diferentes, tendo de um lado fatias de pão barradas com a marinada onde a cabeça de borrego esteve e do outro a carne da cabeça servida num género de caldo de ensopado, mas onde tudo faz sentido e onde Leopoldo nos puxa para as suas raízes. Não é um prato fácil de gostar mas é indispensável para os apreciadores deste tipo de iguaria.



Há restaurantes que têm um ou dois pratos icónicos, daqueles que se deve comer sempre que se vai lá e pelo qual ficaram conhecidos. O Café Garrett é conhecido pela cozinha de Leopoldo como um todo! Mas, existe sempre um mas, há uma sobremesa que é sobejamente elogiada e a qual não podia deixar passar. E ainda bem, pois o Pudim de Noz da Joana é verdadeiramente maravilhoso.


Não é dos restaurantes portugueses mais tradicionais mas é dos que melhor interpreta a cozinha portuguesa. É reinventar sabores sem os estragar, é trabalhar o melhor produto com base em técnicas e conhecimentos tão portugueses mas sem perder identidade. É ser português no Século XXI e liderar o caminho para o futuro gastronómico português sem esquecer as origens.

Café Garrett
Lisboa, Portugal
Café Garrett Menu, Reviews, Photos, Location and Info - Zomato
Preço Médio: < 30 €
Data da Visita: 14 de Outubro 2017

terça-feira, 20 de março de 2018

Up To Sushi (Saldanha)

Já falei algumas vezes sobre como ando cansado das opções All You Can Eat de muitos restaurantes de sushi. Acabo por achar que revela, quase sempre, uma amostra pouco criativa e em nada reflexiva da capacidade de produzir sushi de qualidade do restaurante. Quando olhamos para a carta de alguns até vemos peças interessantes mas que nunca são incluídas nas opções de "encher o bandulho". O que é uma pena porque sou da opinião que os AYCE deveriam servir mais como uma montra do que há na carta para que da próxima vez a pessoa considere pedir à carta, e não ser uma constante aborrecida de peças comuns e que em nada espelham o que de melhor se pode fazer num dado restaurante.
Apesar de me queixar destas coisas, acabo por recorrer a estes restaurantes quando me sinto com vontade de comer 40 ou 50 peças de sushi sem pagar um balúrdio. Sim, eu como facilmente entre 40 e 50 peças... não me julguem. Tenho a certeza que um de vocês que está a ler isto come tantas ou mais!
Alguns restaurantes têm uma abordagem diferente e dão uma folha de papel com o que há disponível para o AYCE. Já tinha apanhado isto no Gaijin Sushi Bar (na altura em que era em Paço de Arcos e sobre o qual falei aqui) e voltei a apanhar no Up To Sushi. Permite assim ao cliente ter uma noção do que há na ementa e, se assim entender, voltar noutra ocasião para comer à carta.
Éramos 5 à mesa e a lista não é muito extensa por isso acabámos por pedir praticamente um pouco de tudo, repetindo depois mais alguns itens. Não há fotos de tudo, pois só no início é que me lembrei de as tirar, e à medida que a comida ia chegando o interesse em tratar dela foi crescendo. Prioridades!
Bastante bom e fresco o Ceviche de peixe branco que se pode encontrar na secção das entradas. Algo bastante clássico, peixe bem cortado em bons cubos e com a cebola roxa, coentros e lima a trazerem frescura e acidez ao conjunto. Talvez pudesse ter até um pouco mais de acidez mas nada de grave.


O sushi é até bastante agradável. As peças estavam bem executadas e não existe um excesso desmedido na utilização de molhos e fruta, como se vê em muito sítio. Sim, há algumas peças em que isto acontece mas são mais aquelas em que o uso é controlado do que o contrário.
A qualidade do peixe não é soberba, e o atum estava bastante fraco mesmo, mas serviu para satisfazer os comensais presentes. O arroz, um dos pontos mais importantes do sushi, era simpático mas faltava-lhe um maior acerto no tempero.



Não sendo um restaurante genial (estando muito longe do Saiko, que é o melhor sushi de fusão que já experimentei e de que falei aqui) cumpre bem o objectivo de matar a fome de sushi, comer à bruta e não pagar um valor excessivo.

Up To Sushi
Lisboa, Portugal
Up to Sushi Menu, Reviews, Photos, Location and Info - Zomato
Preço Médio: < 30 €
Data da Visita: 8 de Fevereiro 2018

segunda-feira, 19 de março de 2018

The Club Steakhouse (Parque das Nações)

Lisboa teve um boom de steakhouses nos últimos anos. Casas preocupadas em tratar bem a carne que servem, mostrando cortes ou formas diferentes de pensar e comer bifes. Muitas focam-se na qualidade da carne, cozinhando-a da forma mais simples possível mas algumas casas, como o The Club Steakhousem tentam fugir a essa "rotina" e apresentam na sua carta pratos mais trabalhados. Nada contra a pura carne grelhada, sou até um grande fã disso mesmo, mas de vez em quando é bom experimentar coisas novas.
A carta é bastante variada, mostrando influências de toda a parte do mundo, seja no tão simples e português Chouriço Assado ou nas mais complexas e longamente cozinhadas Junior Baby Back Ribs, que serviram de início para esta refeição. Carne saborosa a soltar-se facilmente do osso e excelente molho barbecue, de lamber os dedos! Daqueles casos em que a péssima fotografia tirada por mim não faz jus nenhum à qualidade da comida.


Seguimos para um dos pratos mais famosos do mundo, muito graças a Gordon Ramsay, o Bife Wellington. Massa perfeitamente cozinhada, e o bife a apresentara-se médio, em vez do mal passado pedido. Uma interpretação algo clássica, com a duxelle de cogumelos a ligar-se maravilhosamente com o presunto que envolve o conjunto e a mostarda que reveste a carne dando-lhe um óptimo toque. Para brilhar ainda mais, faltava a carne em si ter sido devidamente temperada, pois estava algo insossa. 


Melhor o tempero da carne na Conexão Francesa, um prato que pode ser servido numa versão Surf & Turf, juntando-lhe (por um preço extra) dois camarões grelhados. Sabores bastante simples mas que funcionam bem juntos e com a execução das duas proteínas a ser o ponto forte do prato. Excelente o pormenor do pão por baixo do bife, que vai absorvendo todos os sucos e torna-se algo guloso!


Acompanhamentos à parte, como em muitas steakhouses, tendo a escolha recaído sobre a Jacked Potato, uma batata assada e servida com sour cream. Simpático mas não fantástico...


Comeram-se ainda umas batatas doce fritas que pecaram por estarem moles demais. Sabia que ia ser complicado chegar ao nível das do Butchers (de que falei aqui) mas esperava que estivesse um pouco melhores. Pode ter sido azar nos que escolhemos mas achei que foi o ponto mais fraco de toda a refeição.


De forma geral fiquei agradado com o restaurante mas não maravilhado. O serviço não foi perfeito, tendo falhado um componente de um sumo natural pedido, mas prontificaram-se a corrigir a situação e foi simpático durante o tempo todo. A comida esteve a um bom nível mas, pelos preços praticados e comparando com o vizinho Butchers, estava à espera de mais.
Se quiserem subscrever ao serviço Zomato Gold com 25% de desconto podem usar o código: DEVANE. Só o prato oferta desta refeição quase que me pagou a subscrição anual!

The Club Steakhouse
Lisboa, Portugal
The Club Steakhouse Menu, Reviews, Photos, Location and Info - Zomato
Preço Médio: < 30 €
Data da Visita: 13 de Outubro 2017

domingo, 18 de março de 2018

Portugandhi (Porto)

Sou do tipo de pessoa que gosta de conhecer a gastronomia regional dos locais que visito. Acho que é das coisas mais autênticas que uma região pode ter. Mais do que monumentos, mais do que jardins ou museus. A gastronomia diz-nos muito sobre a cultura da região que representa. E porque estou eu a dissertar sobre esta importância? Para concluir que, ainda que ache que as primeiras incursões gastronómicas numa nova cidade, vila ou povoação devem tentar encontrar o que aí está enraizado, não devemos nunca excluir restaurantes que representem culturas diferentes da que visitamos. Nunca fechar os horizontes...
Andava com apetites de comida indiana. Andava afastado dela há algum tempo, não por querer mas por falta de oportunidade. As raras vezes que vinha a Lisboa não surgia a visita a um indiano e no Porto procurava locais que fossem autênticos, práticos ou diferentes. Mas, de vez em quando, lá bate a vontade e aproveitei-a para ir conhecer o Portugandhi, muito próximo da estação de metro do Marquês.
Iniciámos a refeição com um bom Cheese Chilli Naan, com um nível satisfatório de picante mas onde parecia faltar um pouco mais de sal à massa. Tradicionalmente, este tipo de pão é usado como acompanhamento da refeição, mas serve também perfeitamente como entrada. Gosto mais de usar arroz para acolher os abundantes molhos dos pratos principais do que os naan.


Excelente Murgh Jalfrezi, com os fortes sabores da cebola, pimentos e tomate a envolverem perfeitamente os pedaços de frango. Existia ainda uma pungência crescente que trazia o prato para um nível muito bom.


Bom também o Chicken Tikka Masala, um prato de sabores muito mais suaves do que o anterior mas bastante equilibrado. O frango a apresentar-se ainda suculento, prova de que não foi cozinhado excessivamente, e o adocicado molho a revelar-se guloso (tal como o anterior).


Acompanhámos os pratos com Lemon Rice, uma receita de arroz típica do sul da Índia, que acompanha perfeitamente tanto os sabores mais intensos do jalfrezi como do tikka masala, devido ao seu toque a limão. As doses das proteínas não são más (também não são gigantes), mas achei as doses do arroz algo pequenas. É algo que queremos em abundância para envolver nos molhos existentes e, para que duas pessoas o pudessem fazer à vontade, tivemos que pedir uma 2ª dose.


Decidiu-se saltar a sobremesa, pois não estávamos para aí virados, terminando assim a refeição. Fiquei positivamente surpreendido por este restaurante. O nome pode parecer estranho mas apresenta na carta alguns pratos de fusão. Pode ser que numa próxima ocasião decida experimentar um deles.

Portugandhi
Porto, Portugal
Portugandhi Menu, Reviews, Photos, Location and Info - Zomato
Preço Médio: < 20 €
Data da Visita: 11 de Outubro 2017